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06 ago 2014

Complexo PQS inicia produção de resina PET

O Complexo PQS, formado pela Companhia Petroquímica de Pernambuco (Petroquímica Suape) e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), iniciou a fabricação da resina PET, em uma das suas unidades operacionais, nesta segunda-feira (04/08). A entrada em operação dessa planta produtiva representa um marco para a indústria brasileira neste ano.

A Petroquímica Suape e a Citepe, empresas que formam o Complexo PQS, fazem parte do Sistema Petrobras (100%) e representam um importante polo de produção de poliéster da América do Sul, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco.

Após o início de operação da sua planta de ácido tereftálico purificado (PTA) - principal matéria-prima para a cadeia do poliéster - no ano passado e da ampliação da capacidade produtiva de filamentos de poliéster, principal insumo para a indústria têxtil mundial, agora chegou a vez do setor brasileiro de embalagens ser contemplado com a oferta da resina PET.

A unidade de resina PET terá duas linhas de produção: a que entrou em operação, com 225 mil toneladas por ano, e a que está prevista para o primeiro semestre de 2015. Já com a primeira linha desse produto, o Complexo PQS fará com que o Brasil se torne autossuficiente e exportador deste produto, suportando o crescimento do mercado de embalagens PET, além de possibilitar a criação de novos investimentos em diferentes setores onde a utilização desse produto ainda é incipiente.

Quando estiver em plena operação, no próximo ano, o Complexo PQS produzirá 450 mil toneladas por ano de resina PET.

Essa resina é um polímero mundialmente popular, que se tornou o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, isotônicos, sucos, óleos comestíveis, medicamentos e cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados e cervejas, entre outros itens.

As altas taxas de crescimento na utilização do PET como embalagem se devem principalmente às suas características técnicas, que proporcionam alta resistência ao impacto e aparência nobre devido ao brilho e transparência. Por conta desses atributos, produz embalagens mais leves e resistentes que as tradicionais, o que reduz custos de transporte e produção e oferece ao consumidor um produto mais econômico, conveniente, seguro e moderno.

Além da tecnologia de vanguarda e ampla escala de produção, um dos principais diferenciais do Complexo PQS é o de oferecer ao mercado diferentes tipos de resina. A maior parte das vendas do produto terá como foco o mercado nacional. Cerca de 20% da primeira linha de produção será destinada à exportação (América do Sul, Caribe e Estados Unidos).